OS ERROS MAIS COMUNS NA HORA DE COMEÇAR UM NEGÓCIO

 

1- Antes de criar um negócio é preciso saber se o mundo de fato precisa daquele produto ou serviço. Além disso, é necessário entender o quanto as pessoas estão dispostas a pagar por aquilo. Se identificar que o valor de venda vai ser menor do que o de produção, não faz sentido criar o negócio.

2- Ao contrário do que muitos imaginam, para descobrir o valor de seu produto, os empreendedores não precisam fazer grandes investimentos em pesquisa. “Basta entrevistar um grupo de ao menos 20 pessoas pessoalmente. Você mostra o produto e pergunta se a pessoa compraria e o quanto pagaria. No final, tira o valor mais alto e o mais baixo e calcula a média. É assim que fazemos nas grandes multinacionais.

3- Além de não saber precificar os produtos, outro erro comum apontado  é buscar um sócio pensando apenas em dinheiro. “Não procure um sócio só porque você precisa de ajuda financeira ou companhia. Algumas pessoas costumam fazer isso já pensando em dividir o prejuízo no futuro. Se o negócio é ruim, não faça. Se for bom e você tiver um sócio a 50%, estará preso a ele pelo resto da vida. Alguns casos, é melhor buscar um empréstimo. “É uma sociedade temporária”.

4-Muitos empreendedores deixam de fazer um plano de negócio e acabam por fracassar. “Hoje em dia, o mercado não aceita amadores, é necessário ter um bom plano de negócios. Não precisa ser um documento gigantesco, mas o empreendedor tem de saber o conceito do negócio, a vantagem competitiva em relação aos concorrentes.

5- Antes de abrir uma empresa você deve avaliar se encontrou uma oportunidade real de negócio ou se está apenas seguindo uma tendência sem analisar a aceitação do público em longo prazo.

6- Um bom empresário precisa saber lidar com críticas, com reclamações e com a insatisfação do cliente. 

7-De nada adianta fazer um plano de negócios completo antes de abrir a empresa se você não mantiver um controle rigoroso das finanças. Isso significa ter também um planejamento financeiro, ou seja, colocar no papel, de maneira detalhada, o faturamento, os gastos, os investimentos e os lucros. Além de uma planilha com os valores reais, é interessante manter outras duas: uma com projeções de um cenário otimista e outra de um cenário pessimista. Elas podem prever gastos inesperados com manutenção ou com demissões e contratações, por exemplo. Em todas as situações, é importante determinar o capital de giro necessário para manter a empresa funcionando.